Cronograma para o Fim de Emissão dos boletos sem Registro

Com o objetivo de modernizar e trazer mais segurança e transparência aos pagamentos do boletos bancários, a nova plataforma da cobrança traz mudanças entre as principais está o fim do boleto sem registro.
Desde de março de 2018, os boletos de cobrança de valores igual ou acima de R$ 800,00 já utilizam a nova plataforma da cobrança.

Para que não houvesse problemas de atendimento aos clientes, a rede bancária decidiu adotar um período de convivência entre o antigo modelo de cobrança, que segue:

Cronograma:

A partir de 25 de agosto/2018 – R$ 400,00 ou mais
A partir de 13 de outubro/2018 – R$ 100,00 ou mais
A partir de 27 de outubro/2018 – R$ 0,01 ou mais
Em 10 de novembro/2018 – processo concluído, com a inclusão dos boletos de cartão de crédito e de doações, entre outros.

Fonte: https://portal.febraban.org.br

Obrigatoriedade de equipamento S@t reserva estar ativado!

Fique ligado! desde fevereiro de 2018, os estabelecimentos comerciais que realizam a emissão Cupon Fiscal Eletrônico através do S@t, deverão ter um equipamento reserva ativado, para evitar ficarem sem emitir o cupom no caso de defeito no aparelho S@t que estiver em uso.

Portaria CAT nº 8/2018 – DOE/SP de 07.02.2018:

“Altera a Portaria CAT nº 147/2012, de 05.11.2012, que dispõe sobre a emissão do Cupom Fiscal Eletrônico – CF-e-SAT por meio do Sistema de Autenticação e Transmissão – SAT, a obrigatoriedade de sua emissão, e dá outras providências.

O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto no Ajuste SINIEF- 11/2010 , de 24.09.2010, no Ato Cotepe ICMS-09/2012, de 13.03.2012, e no artigo 212-O, II e §§ 2º e 7º, do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490 , de 30.11.2000, expede a seguinte portaria:

Art. 1º Passa a vigorar, com a redação que se segue, o artigo 25 da Portaria CAT 147/2012 , de 05.11.2012:

“Art. 25. O contribuinte obrigado à emissão de CF-e-SAT deverá dispor de equipamentos SAT de reserva ativados para atender aos casos de contingência.” (NR).

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.”

Obrigações acessórias após a emissão que você precisa conhecer!

Quando uma NFe é emitida o XML dela é enviado para a Receita e a SEFAZ, tanto o emitente quanto o destinatário da Nota Fiscal tem obrigações acessórias após a emissão que você precisa conhecer!
Você é responsável pelo armazenamento do XML da Nota Fiscal emitida por seu fornecedor durante 5 anos!

Fonte: http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/perguntasFrequentes.aspx?tipoConteudo=lWG+ydeHRQg=

Portaria CAT Nº 130 DE 27/12/2017

Publicado no DOE – SP em 28 dez 2017

Altera a Portaria CAT nº 79/2003, de 10.09.2003, que uniformiza e disciplina a emissão, escrituração, manutenção e prestação das informações dos documentos fiscais emitidos em via única por sistema eletrônico de processamento de dados, e dá outras providências.

O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto no Convênio ICMS 202/2017 , de 15.12.2017, e nos artigos 146 e 250 do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490 , de 30.11.2000, expede a seguinte portaria:

Art. 1º Passa a vigorar, com a redação que se segue, o item 2.1.2. do Anexo I da Portaria CAT- 79/2003 , de 10.09.2003:

“2.1.2. Numeração dos documentos fiscais deverá ser em ordem crescente e consecutiva de 000.000.001 a 999.999.999, de forma contínua, sem intervalo ou quebra de sequência de numeração, sem necessidade de AIDF, devendo ser reiniciada a numeração, em novo volume de mesmo modelo, série e período de apuração, quando atingido este limite;” (NR).

Art. 2º Até 30.06.2018, a numeração de que tratam o inciso III do artigo 2º e o item 2.1.2. do Anexo I da Portaria CAT- 79/2003 , de 10.09.2003, poderá, a critério do contribuinte, ser reiniciada a cada novo período de apuração.

Art. 3º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Computação em nuvem: se você está fora dessa, corra para entrar

Hoje em dia, é muito difícil encontrar alguém que viva uma vida totalmente offline. Não dá para abrir mão da praticidade que um smartphone, por exemplo, proporciona. Tanto que esse dispositivo é mais usado para tarefas de comunicação não verbal, como enviar mensagens de texto, pesquisar informações na internet, ler notícias e acessar redes sociais, do que propriamente para falar com outras pessoas, como era o caso do velho celular. Sem falar que dá para tirar fotos também. O mesmo se pode dizer de outros gadgets, como o tablet, o laptop e o computador.

Mas chega um momento em que a quantidade de arquivos armazenados é tão grande, que fica impraticável guardá-los mesmo em um dispositivo à parte, como um HD externo. Quem tem uma empresa, então, enfrenta situação mais complicada. Porque o que está em jogo não são apenas documentos de valor sentimental, e sim de um sistema de informações essenciais ao negócio, como planilhas, cadastros, notas fiscais, comprovantes e outros itens que precisam ser mantidos em segurança.

Espécie de HD virtual
É por isso que vêm ganhando cada vez mais importância os serviços de armazenamento na nuvem. Funciona, mais ou menos, como se a nuvem fosse um HD virtual. E, o que é melhor, dá para acessar não somente arquivos como, também, aplicativos, a partir de qualquer dispositivo. Basta ter acesso à internet. E essa é uma tendência que não impacta apenas o pessoal de TI, e sim todos os segmentos. A consultoria americana Gartner projeta que os investimentos em serviços de infraestrutura como serviço (mais conhecidos pela sigla IaaS),atualmente na casa dos US$ 34 bilhões, chegarão a US$ 71 bilhões em 2020.

Esse cálculo baseia-se, sobretudo, na migração dos velhos data centers, uma necessidade baseada em otimização de custos e competitividade. Porque, à medida que um negócio cresce e o volume de informações relacionadas a ele aumenta, não faz sentido investir nos caros e obsoletos servidores físicos, que, além de tudo, ocupam um espaço muitas vezes precioso na empresa. Tal movimento tem sido verificado inclusive nas pequenas e médias empresas, além das grandes corporações, e uma das razões disso é justamente a agilidade para se adaptar a mudanças e não ficar para trás, já que uma das características da cloud computing é a escalabilidade — ou seja, dá para aumentar o espaço de armazenamento sempre que necessário.

Qual é a sua nuvem?
Isso posto, é preciso ainda identificar qual o melhor modelo de nuvem para o seu negócio. Existem três tipos de nuvens: pública, privada e híbrida. O modelo mais em conta é a pública, que disponibiliza infraestrutura para vários clientes através da internet. Mesmo havendo um conjunto de clientes, a disponibilidade é garantida, devido a um grande número também de servidores. É a forma mais acessível de ganhar uma estrutura de TI, de uma hora para outra.
Na nuvem privada, a empresa contratante tem acesso exclusivo ao serviço, o que, de uma forma geral, amplia o conceito de confiabilidade, tanto do ponto de vista do funcionamento do serviço quanto da segurança dos dados (principalmente se eles forem extremamente confidenciais), embora a escalabilidade não seja a mesma da pública.

Por fim, o modelo híbrido é, como diz o próprio nome, uma mistura dos dois anteriores. Assim, uma mesma empresa pode usar essas duas vertentes para alocar seus dados e programas. Por exemplo: os aplicativos rodam em uma plataforma pública, enquanto as informações sigilosas transitam na banda privada da nuvem.

Até com base nesses exemplos dá para perceber a variedade de soluções oferecida pela cloud computing. Outra boa notícia é que cada vez mais organizações têm oferecidos esses serviços, a preços competitivos, o que é um estímulo a mais para o empreendedor não ficar de fora dessa tendência. Que, não se engane, veio para ficar.

Fonte: http://revistapegn.globo.com

Manutenção SEFAZ/SP

Haverá paralisação para manutenção técnica nos sistemas fornecidos pela sefaz (NF-e, S@t, CFe, MDF-e) nos nos dias 06/01/2018 (sábado) e 07/01/2018 (domingo). Neste período os contribuintes poderão utilizar quaisquer alternativas de contingência previstas na legislação, inclusive o SVC-AN, que estará ativo junto ao Ambiente Nacional da Receita Federal. Solicitamos que se programem!

Plataforma de cotação online é case de sucesso na Rossetti Ferro e Aço, distribuidor autorizado ArcelorMittal

A adoção da plataforma VitrineSuite, solução de cotação online desenvolvida pela Infomaster Sistemas inovou o relacionamento com clientes da distribuidora que agora podem realizar cotações online facilitando a interação com vendedores além de automatizar processos da empresa.

O projeto passou por customizações que concentraram esforços de aproximadamente seis meses tornando a solução mais intuitiva e de fácil navegação pelos usuários resultando em modelo de benchmark para outros distribuidores ArcelorMittal.


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