Fim da Emissão de Boletos Sem Registros

Desde o dia 13 de outubro de 2018, a emissão de boletos registrados se tornaram obrigatórios para valores acima de R$ 100,00. Sendo assim somente após a confirmação do registro autorizado pelo banco emissor, o título poderá ser pago pelo cliente, evitando assim sua rejeição no ato do pagamento.

Não será mais possível utilizar o modelo de cobrança sem registro.

Estes boletos, caso vencidos, poderão ser pagos em qualquer banco, independente de qual foi o banco emitente.

 

A partir do dia 25 de outubro, a obrigatoriedade passa a valer para boletos de qualquer valor.
E a partir de 10 de novembro, também afetará boletos de cartões de crédito, doações, entre outros…

Fiquem atentos a nova regra da FEBRABAN.

Fonte:https://portal.febraban.org.br/noticia/3212/pt-br/

Nós da Infomaster em atenção aos nossos clientes, já adequamos nossos softwares para nova Plataforma!

Contribuintes do “Simples Nacional” estarão obrigados a emitir Nota Fiscal Eletrônica – NF-e em outubro de 2018

A partir de 01/10/2018, as Microempresas e Empresas de Pequeno Porte que forem optantes do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições “Simples Nacional” deverão, obrigatoriamente, emitir Nota Fiscal Eletrônica – NF-e, modelo 55, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A.

Verifique com seu contador se sua empresa está enquadrada à esta obrigação.
Não deixe para última hora!

Fonte:https://www.fazenda.sp.gov.br/nfe/

Assistente virtual cognitivo: o próximo passo da colaboração homem-máquina

A era da tecnologia cognitiva já chegou ao mundo empresarial

Segundo o estudo Empowering Digital Workplaces, da Ricoh, 86% dos tomadores de decisões empresariais empenham-se em melhorar a agilidade como um objetivo comercial em 2018. Isso porque os negócios da era digital pedem agilidade, com a soma de capacidades que relacionam pensamento, criatividade, intuição e execução.

Nesse aspecto, a inovação é uma busca permanente para alcançar novos e melhores resultados em um mercado cada vez mais amplo e em constante mudança. Mesmo porque, ao contrário das condições de anos atrás, a inteligência artificial está se tornando cada vez mais acessível, expressando um diferencial competitivo.

Um elemento-chave para melhorar a agilidade é investir em tecnologias que permitam às pessoas trabalhar de forma diferente. Essa foi uma descoberta da pesquisa The Tech Evolved, realizada pela Ricoh em parceria com a Coleman Research. Segundo o estudo, (52%) dos responsáveis pela tomada de decisões nas empresas acreditam que se as companhias não introduzirem novas tecnologias, fracassarão em cinco anos. Com relação à transformação dos locais de trabalho, a pesquisa assinala que os líderes confiam que automação (72%), análise de dados (64%), tecnologias de gestão de documentos (62%) e videoconferências (56%) serão as tecnologias de maior impacto. De acordo com o levantamento, a previsão é de que, em 2036, os funcionários serão capazes de enviar assistentes virtuais ou hologramas (59%) para assistir a reuniões em seu nome.

Era cognitiva: uma oportunidade para os negócios na América Latina

As máquinas estão cada vez mais preparadas para repetir as faculdades cognitivas humanas, inclusive no processamento de informações, pela compreensão da linguagem natural. Assim, são capazes de gerar hipóteses baseadas em evidências e de aprender o significado das palavras, considerando variáveis e circunstâncias. Já são realidade, por exemplo, os assistentes virtuais que leem milhões de páginas em segundos e conseguem entender, organizar e correlacionar os dados.

A base dessa nova realidade é a inteligência cognitiva, considerada a versão 2.0 da inteligência artificial. Ela melhora a experiência das organizações, colaboradores e clientes com interfaces amigáveis e compreensíveis, que possibilitam interação fácil por texto ou voz. Por outro lado, tem o papel de identificar e quantificar cada ação ou evento que esteja ocorrendo, seja com o apoio de sensores (IoT) ou exponencialmente, ao somar informações da internet.

Essa nova forma de colaboração entre o homem e a máquina acelera em grande escala o conhecimento humano. Também ajuda no processo de tomada de decisões, transformando o modelo de negócios das empresas. Além de ser parte da transformação digital, uma realidade irreversível.

Ou seja, a era da tecnologia cognitiva já chegou ao mundo empresarial. Por isso, as empresas da América Latina devem priorizar a otimização de seus modelos operacionais e comerciais em sintonia com a agilidade exigida pelos mercados.

Também devem levar em conta a melhoria da experiência dos funcionários e dos clientes e como as soluções tecnológicas serão essenciais para a competitividade de seus negócios.

Fonte: http://computerworld.com.br/2018/7/23/assistente-virtual-cognitivo-o-proximo-passo-da-colaboracao-homem-maquina

 

Cronograma para o Fim de Emissão dos boletos sem Registro

Com o objetivo de modernizar e trazer mais segurança e transparência aos pagamentos do boletos bancários, a nova plataforma da cobrança traz mudanças entre as principais está o fim do boleto sem registro.
Desde de março de 2018, os boletos de cobrança de valores igual ou acima de R$ 800,00 já utilizam a nova plataforma da cobrança.

Para que não houvesse problemas de atendimento aos clientes, a rede bancária decidiu adotar um período de convivência entre o antigo modelo de cobrança, que segue:

Cronograma:

A partir de 25 de agosto/2018 – R$ 400,00 ou mais
A partir de 13 de outubro/2018 – R$ 100,00 ou mais
A partir de 27 de outubro/2018 – R$ 0,01 ou mais
Em 10 de novembro/2018 – processo concluído, com a inclusão dos boletos de cartão de crédito e de doações, entre outros.

Fonte: https://portal.febraban.org.br

Obrigatoriedade de equipamento S@t reserva estar ativado!

Fique ligado! desde fevereiro de 2018, os estabelecimentos comerciais que realizam a emissão Cupon Fiscal Eletrônico através do S@t, deverão ter um equipamento reserva ativado, para evitar ficarem sem emitir o cupom no caso de defeito no aparelho S@t que estiver em uso.

Portaria CAT nº 8/2018 – DOE/SP de 07.02.2018:

“Altera a Portaria CAT nº 147/2012, de 05.11.2012, que dispõe sobre a emissão do Cupom Fiscal Eletrônico – CF-e-SAT por meio do Sistema de Autenticação e Transmissão – SAT, a obrigatoriedade de sua emissão, e dá outras providências.

O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto no Ajuste SINIEF- 11/2010 , de 24.09.2010, no Ato Cotepe ICMS-09/2012, de 13.03.2012, e no artigo 212-O, II e §§ 2º e 7º, do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490 , de 30.11.2000, expede a seguinte portaria:

Art. 1º Passa a vigorar, com a redação que se segue, o artigo 25 da Portaria CAT 147/2012 , de 05.11.2012:

“Art. 25. O contribuinte obrigado à emissão de CF-e-SAT deverá dispor de equipamentos SAT de reserva ativados para atender aos casos de contingência.” (NR).

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.”

Obrigações acessórias após a emissão que você precisa conhecer!

Quando uma NFe é emitida o XML dela é enviado para a Receita e a SEFAZ, tanto o emitente quanto o destinatário da Nota Fiscal tem obrigações acessórias após a emissão que você precisa conhecer!
Você é responsável pelo armazenamento do XML da Nota Fiscal emitida por seu fornecedor durante 5 anos!

Fonte: http://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/perguntasFrequentes.aspx?tipoConteudo=lWG+ydeHRQg=

Portaria CAT Nº 130 DE 27/12/2017

Publicado no DOE – SP em 28 dez 2017

Altera a Portaria CAT nº 79/2003, de 10.09.2003, que uniformiza e disciplina a emissão, escrituração, manutenção e prestação das informações dos documentos fiscais emitidos em via única por sistema eletrônico de processamento de dados, e dá outras providências.

O Coordenador da Administração Tributária, tendo em vista o disposto no Convênio ICMS 202/2017 , de 15.12.2017, e nos artigos 146 e 250 do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – RICMS, aprovado pelo Decreto 45.490 , de 30.11.2000, expede a seguinte portaria:

Art. 1º Passa a vigorar, com a redação que se segue, o item 2.1.2. do Anexo I da Portaria CAT- 79/2003 , de 10.09.2003:

“2.1.2. Numeração dos documentos fiscais deverá ser em ordem crescente e consecutiva de 000.000.001 a 999.999.999, de forma contínua, sem intervalo ou quebra de sequência de numeração, sem necessidade de AIDF, devendo ser reiniciada a numeração, em novo volume de mesmo modelo, série e período de apuração, quando atingido este limite;” (NR).

Art. 2º Até 30.06.2018, a numeração de que tratam o inciso III do artigo 2º e o item 2.1.2. do Anexo I da Portaria CAT- 79/2003 , de 10.09.2003, poderá, a critério do contribuinte, ser reiniciada a cada novo período de apuração.

Art. 3º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Computação em nuvem: se você está fora dessa, corra para entrar

Hoje em dia, é muito difícil encontrar alguém que viva uma vida totalmente offline. Não dá para abrir mão da praticidade que um smartphone, por exemplo, proporciona. Tanto que esse dispositivo é mais usado para tarefas de comunicação não verbal, como enviar mensagens de texto, pesquisar informações na internet, ler notícias e acessar redes sociais, do que propriamente para falar com outras pessoas, como era o caso do velho celular. Sem falar que dá para tirar fotos também. O mesmo se pode dizer de outros gadgets, como o tablet, o laptop e o computador.

Mas chega um momento em que a quantidade de arquivos armazenados é tão grande, que fica impraticável guardá-los mesmo em um dispositivo à parte, como um HD externo. Quem tem uma empresa, então, enfrenta situação mais complicada. Porque o que está em jogo não são apenas documentos de valor sentimental, e sim de um sistema de informações essenciais ao negócio, como planilhas, cadastros, notas fiscais, comprovantes e outros itens que precisam ser mantidos em segurança.

Espécie de HD virtual
É por isso que vêm ganhando cada vez mais importância os serviços de armazenamento na nuvem. Funciona, mais ou menos, como se a nuvem fosse um HD virtual. E, o que é melhor, dá para acessar não somente arquivos como, também, aplicativos, a partir de qualquer dispositivo. Basta ter acesso à internet. E essa é uma tendência que não impacta apenas o pessoal de TI, e sim todos os segmentos. A consultoria americana Gartner projeta que os investimentos em serviços de infraestrutura como serviço (mais conhecidos pela sigla IaaS),atualmente na casa dos US$ 34 bilhões, chegarão a US$ 71 bilhões em 2020.

Esse cálculo baseia-se, sobretudo, na migração dos velhos data centers, uma necessidade baseada em otimização de custos e competitividade. Porque, à medida que um negócio cresce e o volume de informações relacionadas a ele aumenta, não faz sentido investir nos caros e obsoletos servidores físicos, que, além de tudo, ocupam um espaço muitas vezes precioso na empresa. Tal movimento tem sido verificado inclusive nas pequenas e médias empresas, além das grandes corporações, e uma das razões disso é justamente a agilidade para se adaptar a mudanças e não ficar para trás, já que uma das características da cloud computing é a escalabilidade — ou seja, dá para aumentar o espaço de armazenamento sempre que necessário.

Qual é a sua nuvem?
Isso posto, é preciso ainda identificar qual o melhor modelo de nuvem para o seu negócio. Existem três tipos de nuvens: pública, privada e híbrida. O modelo mais em conta é a pública, que disponibiliza infraestrutura para vários clientes através da internet. Mesmo havendo um conjunto de clientes, a disponibilidade é garantida, devido a um grande número também de servidores. É a forma mais acessível de ganhar uma estrutura de TI, de uma hora para outra.
Na nuvem privada, a empresa contratante tem acesso exclusivo ao serviço, o que, de uma forma geral, amplia o conceito de confiabilidade, tanto do ponto de vista do funcionamento do serviço quanto da segurança dos dados (principalmente se eles forem extremamente confidenciais), embora a escalabilidade não seja a mesma da pública.

Por fim, o modelo híbrido é, como diz o próprio nome, uma mistura dos dois anteriores. Assim, uma mesma empresa pode usar essas duas vertentes para alocar seus dados e programas. Por exemplo: os aplicativos rodam em uma plataforma pública, enquanto as informações sigilosas transitam na banda privada da nuvem.

Até com base nesses exemplos dá para perceber a variedade de soluções oferecida pela cloud computing. Outra boa notícia é que cada vez mais organizações têm oferecidos esses serviços, a preços competitivos, o que é um estímulo a mais para o empreendedor não ficar de fora dessa tendência. Que, não se engane, veio para ficar.

Fonte: http://revistapegn.globo.com

Manutenção SEFAZ/SP

Haverá paralisação para manutenção técnica nos sistemas fornecidos pela sefaz (NF-e, S@t, CFe, MDF-e) nos nos dias 06/01/2018 (sábado) e 07/01/2018 (domingo). Neste período os contribuintes poderão utilizar quaisquer alternativas de contingência previstas na legislação, inclusive o SVC-AN, que estará ativo junto ao Ambiente Nacional da Receita Federal. Solicitamos que se programem!

Plataforma de cotação online é case de sucesso na Rossetti Ferro e Aço, distribuidor autorizado ArcelorMittal

A adoção da plataforma VitrineSuite, solução de cotação online desenvolvida pela Infomaster Sistemas inovou o relacionamento com clientes da distribuidora que agora podem realizar cotações online facilitando a interação com vendedores além de automatizar processos da empresa.

O projeto passou por customizações que concentraram esforços de aproximadamente seis meses tornando a solução mais intuitiva e de fácil navegação pelos usuários resultando em modelo de benchmark para outros distribuidores ArcelorMittal.


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